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Eu sou o “fodão”…
I Am Legend (Eu Sou a Lenda, no Brasil) é um filme estadunidense baseado no livro homônimo de Richard Matheson, dirigido por Francis Lawrence e estrelado por Will Smith no papel de Robert Neville. O filme foi lançado em 14 de dezembro de 2007 nos Estados Unidos. Leia mais – Wikipedia (em inglês)
Nota: 9,0
Então vamos lá: filme bom, estória boa, atuações excelentes de Will Smith e da cadela Kona. Quanto a adaptação feita, eu não posso comentar nada a respeito, uma vez que não li o livro. Fiquei decepcionado com o tamanho do filme, acredito que poderia ter sido maior sem problemas.
-Por que eu achei o filme bom?
Justamente pelo fato dele ser uma excelente mistura de Sci-fi com Ação, todos ao extremo. Fora a questão de haver monstros no filme e a dizimação quase por completa da raça humana, não há nada além do normal… tá, há muita coisa além do normal. Mas eu to dizendo é algo como, tiros que matam trinta de uma vez e algo assim.
-E a estória? Por que é boa?
É boa porque eu gostei muito de como tudo começa, o lance da cura do câncer, que a princípio parecia ser a maior descoberta dos tempos modernos e que resultou na destruição quase por completa da raça humana. O fato do dr. Robert Neville ser aquele herói que luta até o fim pelo seu ideal e por um futuro incerto, que mesmo assim ele busca com todas a suas forças e esperanças.
Fiquei um pouco desapontado com o fim, mas relevei, afinal, não consegui pensar em algo melhor. Outra coisa que me deixou triste com o filme foi a morte da Samantha, personagem interpretada pela cadela Kona.
-Por que o Will Smith e uma cadela merecem destaques? Foram tão fodas assim?
Sim. Foram. Por vários motivos, mas o principal é que os dois são as únicas personagens presentes e praticamente todo o filme, o foco, as falas (e latidos), são quase todos deles.
-Mas não teve mais ninguém no filme? Por que só os dois?
Sim, teve mais personagens, como a Ana e seu filho Ethan (não o Ethan Hunt do M.I.). Acontece que estes não tiveram cenas e falas tão significativas quanto aos que eu dei destaques. Além do mais, eles só aparecem quase no fim do filme.
Will Smith – Robert Neville:
Excelente atuação do nosso amigo, Will, The Fresh Prince of Bel Air. Aliás, tinha que ser, pois ele era o único* humano vivo, o encarregado de salvar os infectados e o solitário.
Gostei muito de tudo que ele fez, principalmente da sua incrível amizade com Samantha, ela era sua única companhia em 3 anos de solidão.
Cadela Kona – Samantha:
Uma das melhores atuações caninas que eu já vi em filmes. Embora, tenha durado pouco, assim como o filme todo. Mas foi sensacional! Pô, eu não se é porque eu tenho um pastor alemão e adoro cães, mas as atitudes dela, de amizade, de dar sua vida pelo seu dono… aquilo me fez ver o tanto que meu cachorro é importante pra mim.
Na minha opinião, foi o fato mais triste do filme. A hora em que o Neville tem que mata-la, uma vez que a bichinha estava infectada e o anti-vírus não tinha surtido efeito.
Então é isso pessoal! Adorei o filme e quero ler o livro pra ver se foi algo deturpado ou não. Ouvi boatos de que foge muito do livro, sendo um filme pobre nos fatos. Mas por mim tudo bem, estou passando a assistir filmes baseados como algo novo, sem nunca ligar o filme em questão ao seu livro fonte.
Espero que tenham assistido o filme. Porque eu quero ver comentários aqui! :)
4 comments Fevereiro 7, 2008
Churrascão com a família (Um dia lliteralmente de Cão)
Isso parece ser milagre ou algo parecido, mas sim, este é um post que entra no meu recorde pessoal por ser o meu segundo em um blog, ou seja, eu nunca passei do 1º em nenhum outro. Por isso me dou um grande parabéns por conseguir tal façanha.
Agora deixando de lenga-lenga, vamos ao real assunto deste post: o churrascão que rolou hoje.
A principio de conversa, deixe me explicar o porquê de ter sido um dia de cão; longe de ter sido um dia ruim, ou problemas com os parentes (uma vez que o churrasco foi com os parentes que nós conhecemos a pouco tempo, aqui mesmo de brasília), não, isso nem em pensamento foi um motivo para que o dia tenha graciosamente tenha ganhado esse adjetivo, na verdade, o “X” da questão, o fator mór foram essas duas peças da foto acima, Cristal e Barão, os responsáveis pela trilha sonora do dia, os latidos e rosnados e de uma confusão imensa, já que nosso caro Barão é macho e é quase umas 5x maior que Cristal, a fêmea tarada (não, ela não está no cio).
Este é um causo que deve ser detalhado pelos seguinte motivo: eu não tenho nada mais interessante a falar e, de algum jeito eu tinha que postar algo para ir habituando a publicar algo com freqüência.
Agora, indo aos fatos, vamos começar com os fatos sobre a vida desses caninos, para que haja um entendimento melhor de toda a confusão.
O Macho: Barão, o cão fanfarrão:
Este espécime masculino de cão, da raça dos pastores alemães, tem aproximadamente 2 anos e nunca deu uma dentro, vocês sabem, uma trepada. É bastante alegre e exagerado, gosta de pular, brincar e tudo que cansa, embora uma das coisas mais sagradas dele é passar a manhã toda dormindo de barriga pra cima, que pra de noite poder perturbar nosso sono, latindo e correndo sem parar com os gatos e pessoas do meio “exterior” daqui de casa (da rua, saca?).
Ele adora comer um Biscrok, carne e uma tigela de água com muito gelo (o que rende uma boa bagunça). Odeia gatos, carteiro, caminhão de coleta de lixo, ou qualquer um que trabalha pra órgãos como comapnhias elétricas e de saneamento básico, que vem na sua casa pra ler os medidores.
Também gosta muito de correr atrás de um gato ou mesmo cachorros que estão no seu território. Nunca avançou em uma fêmea canina, aliás, acho que isso é de todo cão macho.
A Fêmea: Cristal, a cadela tarada:
Cristal é a cadela do meu tio Tino, de uma raça pop de cães de apês e de condomínios, que não nos meus bancos de dados (cuca), informações sobre a raça. Também não há nos meus arquivos algo sobre sua história de sua vida ou seus gostos. Apenas sei que ela é novinha, coisa de meses e que é mó tarada… pois na minha opinião é muita covardia de uma fêmea ir lá
porta do um confinamento de um cão que não tem costume de ser confinado e nunca tece na sua presença, a poucos centímetros, separado apenas por uma grade, uma cadela tão gatinha.
Enfim, essas duas coisas aí, me fizeram perder um dia excelente, já que tava rolando uma carne gostosa e muita Coca-Cola. Toda hora eu ia lá espantar a Cristal da frente do barão, pois ele ficava malucão, não parava quieto e mal deixava a gente conversar com seus latidos e rosnados. E a bonita da cachorrinha não cansava de ir lá na porta da casinha do bicho atenta-lo.
Deu trabalho pra manter a ordem no recinto. Agora nesse exato momento (19:50 do dia 13 de janeiro), estamos aqui curtindo com o Macho fanfarrão do lado de fora (solto, efim), e com a Fêmea tarada do lado de dentro da casa. Deu uma aliviada no clima de latidos, mas felizmente eles acalmaram os nervos, acredito que acostumaram até.
No mais, o dia foi ótimo, fiquei sabendo mais da história dos parentes e teve uma melhor socialização.
Agora pra matar vocês de inveja: meu tio já foi campeão no para-pan americano e campeão brasileiro no tênis de mesa. Já participou até de olimpíada. \o_
Concluindo, tive um dia ótimo e consegui dar continuidade a um blog. Tenham todos uma ótima semana que está só começando. :)
3 comments Janeiro 13, 2008















